quarta-feira, 18 de junho de 2008

Pra quem acredita em milagre: quase sempre ...



Cupido, também conhecido como Amor, era o deus equivalente em Roma ao deus grego Eros. Filho de Vênus e de Marte, andava sempre com seu arco, pronto para disparar sobre o coração de homens e deuses. Teve um romance muito famoso com a princesa Psique, a deusa da alma.
Cupido encarnava a paixão e o amor em todas as suas manifestações. Logo que nasceu, Júpiter (pai dos deuses), sabedor das perturbações que iria provocar, tentou obrigar Vénus a se desfazer dele. Para protegê-lo, a mãe o escondeu num bosque, onde ele se alimentou com leite de animais selvagens.
Cupido era geralmente representado como um menino alado que carregava um arco e um carcás com setas. Os ferimentos provocados pelas setas que atirava despertavam amor ou paixão em suas vítimas. Outras vezes representavam-no vestido com uma armadura semelhante à que usava Marte, (o deus da guerra), talvez para assim sugerir paralelos irónicos entre a guerra e o romance ou para simbolizar a invencibilidade do amor. Embora fosse algumas vezes apresentado como insensível e descuidado, Cupido era, em geral, tido como benéfico em razão da felicidade que concedia aos casais, mortais ou imortais. No pior dos casos, era considerado malicioso pelas combinações que fazia, situações em que agia orientado por Vénus.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Diz pra Anna.

Diz pra ela que o que importa é ser felizes.
Diz pra ela que fazer feliz também é ser feliz.
Diz pra ela que pai e mãe é muito importante.
Diz pra ela que é um amor incondicional, exigente e perfeito.
Diz pra ela que eles fazem falta.
Diz pra ela que viver na companhia de muitos amigos é muito melhor que viver sozinho.
Diz pra ela que família é fundamental, a grande, com tios, tias, primos - aquela com bastante confusão.

Diz pra ela que a boca é para beijar, falar, ser beijada e beijar e falar e ela abre e fecha e que algumas vezes não é porque está fechada e calada que palavras não foram ditas e não foi porque não foi beijada que não foi beijada.
Diz pra ela que amar é fácil.
Diz pra ela que amar é bem complicado.

Diz pra ela que as palavras não voltam para a boca.
Diz pra ela que somos o que comemos e que tem muitos que não tem o que comer e morrem.
Diz pra ela que nós morremos.
Diz pra ela que os olhos são para ver as flores, mas que ao ver a dor podemos consolar.
Diz pra ela que as pernas são para caminhar rápido e longe, mas também sustentam, algumas vezes, mais de um.
Diz pra ela que os braços são para abraçar bem apertado e para trabalhar de vez em quando, mas que alguns braços se cruzam frente as injustiças de um mundo muito, muito grande.
Diz pra ela que abraço de criança limpa a alma de adulto.

Diz pra ela que tu és bem legal, bem legal, bem legal, que tu és uma sonhadora que realiza sonhos.
Diz pra ela que tu és a senhora da tua vida e que está dominada pela alegria de viver, assim como ela assim será.

Diz pra ela que somos coloridos.
Diz pra ela que somos muitos.
Diz pra ela que o que importa é o que somos.
Diz pra ela que algumas vezes o que temos não é o que somos.

Diz pra ela que Deus existe e que tem vários nomes.
Diz pra ela temperar a vida com o melhor pedaço de cada um.

Diz.

O amor, em alguns toques

Hoje me olhei no espelho e percebi que estou tomada por um enorme sentimento que não cabe mais em mim e o que mais me surpreendeu é que ele independente sobrevive. Independente do meu querer e sobrevive as adversidades.

Na verdade eu já sabia, mas li uma reportagem e me reacendeu a vontade de escrever, assim como a vontade de descrever a saudade, não sei se descreverei a saudade, mas certamente o amor, em alguns toques ... estes eu fiz, e farei. Lá vai.

"A namorada discuti com ele muitas vezes, ele é calmo e sereno. Ela consegue tirar ele do sério, mas ele cala, ele é da paz e ela domina a situação. Eu sei, não por opção, mas eu sei. E ouvindo os barracos dela, o silêncio dele me perguntei o que é o amor?!

Difícil saber o que é o amor. Ma fácil saber o que não é.

Amor é mesmo aquela sensação de voltar pra casa. E como ficar sem casa, tanto tempo na mesma casa? Mudar de casa. Amar de novo. Viver de novo e o novo?

No dia seguinte, acordar e sentir que está levando alguém com você. Descobrindo um sorriso ridículo, rir das histórias ridículas durante a conquista e ter a coragem de falar que foi só durante esta fase.

Amor é feito de amor.
Amar é feito pra amar.

Amor não tem razão. Ninguém ama pelas qualidades do outro, nem apesar dos defeitos. Ama porque o outro é o que o outro é e pronto: é pacote completo. É princípio, meio e fim.
É não ter conceito e nem preconceito, mas respeitar todos os conceitos e preconceitos que o amor tem.

É ser cúmplice.
É passar minutos conversando e parecerem horas. Quando tem a coragem de se mostrar. E de se ver. O outro é um espelho, mas é livre.
Você sabe quando é amor quando se entrega, guarda algo pra você, porque amor não pode ser só do outro.

Amar não é competição.
Amar é dar. Amar é não ter. Amor não garante nada, como as boas coisas da vida.
Amor é liberdade. É bom saber que o outro, com tantas opções, escolheu você, mais uma vez, mais um dia, mais uma conquista. O que fazer para que amanhã ele faça a mesma escolha? Mantenha-se distraído.

Amor é feito de hoje.
Amor é feito de sorriso.
Amor é feito de alegria.
Amor é feito de diálogo de dois.
Amor é feito de companheirismos.
Amor é feitos de eu e de tu.

Eu posso estar errada nesta construção, porque amor é da arte de não fazer tudo igual e sempre igual. Amor se controem parte por parte, mas ainda bem que não se controem sozinha. Não vejo a hora de sair da teoria?!
Sou amadora.
Posso estar errada.
Quanto mais aprendo menos sei.
Gosto é de aprender.

E temperar a vida com amor - to dentro!"

Adaptado do texto de Cristina Guerra

segunda-feira, 16 de junho de 2008

A curva.


As estradas que se encontrarão em breve.

Sentada na beira da estrada, vendo o tempo passar, assim como os carros de bois, as vacas, mas nenhuma ovelha, vi ele seguindo em linha reta. Andar em linha reta é bem seguro. Admiro quem pode andar em linha reta por tanto tempo na vida com uma leve brisa no rosto.

A cena, enquanto ele andava calmamente, demorou para passar devido a planice e a calmaria da vida. Não posso afirmar se esta esta calmaria habitava, também, seu peito, mas externamente é pura tranquilidade e reta e brisa e tranquilidade.

Olhei, então, para a estrada de onde eu vim e da qual descansava e esperava para trocar: retas, curvas, ladeiras e penhascos de onde saltei morrendo de medo de altura. Havia brisa, mas depois de algumas tempestades, chuvas, trovões e relâmpagos.

Eu acho que posso andar em linha reta.
Eu acho que quero seguir seus passos movida pelas emoções contida.
Eu acho que quero estar, ser e ficar.
Eu acho que quero estar.
Eu acho que quero ser.
Eu acho que quero ficar.

Eu acho que quero temperar a vida com a coragem de andar em linha reta, não ter medo das curvas, viver tranquila, curtir cada tempestade, esperar cada brisa.
Eu acho que quero temperar a vida não tão reta, nem tão curva, mas com a companhia ideal ao meu lado, nem na frente, nem atrás - a para a individualidade de cada momento.
Eu acho que quero temperar a vida com o novo e o desconhecido e me jogar, naqueles braços, por muito tempo, mas um tempo novo, bem melhor.

Então tá.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

O tempo que estive aqui me libertou.

Perdi completamente o talento de escrever, simplesmente por não conseguir dissimular nas entre linhas o que esta escrito nas estrelas, na testa, no coração, nas ações e nas emoções que paralisam meu dia a dia.

Todos já sabem, mas ninguém fala. Até ele já percebeu que não é mais com ele o assunto. Como ele pode continuar então aceitando esta situação e estas minhas dúvidas? Ajudando a segurar todas as pontuações das minhas frases? Eu realmente não sei, mas eu prefiro seguir com ele. É mais cômodo pra mim. É mais cômodo. Sou assim acomodada. Finjo bem estar acomodada. Sou fácil de me acomodar em um ninho que me acolheu por tanto tempo, até gosto.

Mas quando fecho os olhos !!!
Mas quando não estou aqui !?!
Mas quando não esta por perto ...
Mas quando eu voar ...
Mas quando eu tiver coragem !?!
Mas quando eu souber de mim ...
Não haverá mas nem ponto

Temperar a vida sem pontuação, mas com todo o sentido da libertação da acomodação pelo tempo. O tempo liberta e não aprisiona.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Saudade de tu.

É isto ai ...
A vida tão simples é boa
Quase sempre

É isso aí ...
Os passos vão pelas ruas
Ninguém reparou na lua
A vida sempre continua
É isso aí ...

Há quem acredite em milagres
Há quem cometa maldades
Há quem não saiba dizer a verdade
É isso aí ...

Um vendedor de flores
Ensinar seus filhos a escolher seus amores
Eu não sei parar de te olhar
Não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não vou parar de te olhar



Tudo bem! Aqui estou tentando mascarar sentimentos, transparecer calma e tranquilidade. Escondendo insegurança e ansiedade. Sim aqui sou eu: forte, segura e serena. Assim sou eu!

Fervendo esperança.
Alimentando emoções.
Construindo o eu para sermos o nós sem deixar de haver o tu.
Andar ao lado.
Calma e serena sem a pressa.

Feliz da vida!
Feliz da vida!
Que saudade que me deu de tu.

Temperar a vida contigo, comigo.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Bomba.

E a grande roleta russa passou raspando por minha cabeça e estourou perto do meu ouvido e estou surda até agora e nem sei se era melhor ser surda a ter ouvido tamanho estrondo. Bate, na minha cabeça, como a bomba nuclear queimando os corpos, dissecando a carne, corroendo o couro, ardendo e cegando os olhos e acabando com qualquer sorriso.

Só não acaba com as esperanças de geminianas de dois lados bons, de uma lado que sonha e de outro lado que realiza sonhos. De geminiana que grita, mas de alegria ou de força de garra que manda - sim, mas que manda o outro parar de sofrer, se iludir, sair da solidão, sair da ilusão, da falta de fé, de alegria de emocão. Que é birrenta sim, mas de tanta manha, de tanto carinho, de tanta independência, de tanta dependência, de tanto calar e de tanto falar.

Duas - fazê o que?

É o opinar e nunca o apontar. Sou assim. Quero ser mais, quero ser e estar em pleno inferno astral, quero meu 30 de maio com fogos de artifício, mas só pra mim!!!

É só meu de de Joana - Joanna: Santa.

O resto: eu queimo na fogueira.

Temperar as chamas da vaidade.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

E quase.

Caminho rápido entre a lentidão dos minutos e a rapidez dos meses.


Olhei para o relógio e já é tarde da manhã, olhei pela janela é já é quase inverno.


E quase meio do ano e quase amo e quase me amas e quase sabes e quase olhas pro meu decote e quase tirou minha roupa e quase me beijou e quase me disse tudo que tinhas vontade e quase terminou tudo e quase começou nova história e quase começou outra história e quase trocou de carro e quase foi passear no parque e quase foi viajar e quase ligou para aquele amigo da cidade natal e quase foi para casa e quase deu certo e quase virou o suco e quase queimou a pizza e quase perdeu a hora e quase ligou e quase me chamou e quase me ligou e quase me ligou e quase me chamou e quase me ligou e quase me ligou e quase me ligou e quase me chamou e quase eu te disse e quase que eu te chamei e quase que eu te liguei e quase que vai ver o por do sol e quase que só pensa nela e quase que só pensa nele e quase que dá certo e quase.

E quase.

E quase.

Temperar a vida com enfim fim do quase.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Só faltou o mar.

Hoje mesmo ainda falei sobre os blogs que visitei e as palavras sábias que encontrei, mas nenhuma foram tão minhas como as que me apossei e transcrevo aqui, com a devida indicação da fonte e do autor.

Me sinto estranha, alheia ao tempo e preocupada com ele. Não sei explicar meus sentimentos ou não quero me expor assim ... de uma forma tão clara e nua e crua aqui, neste lugar público onde sou tão visceral. A espera pela borboleta só faz com que eu cuide do meu jardim.

Lá vai o blog alheio:

"Hoje estou num desses dias em que a gente acorda estranha, uma sensação de desânimo tomou conta de mim e o pensamento de que eu não estou conseguindo os resultados que eu gostaria.

Logo depois de enviar meu artigo traduzido para o Somos Todos Um e tomar um banho tentando me repor, passei pela porta que dá para o quintal (e o mar) e me surpreendi...Nossa! quantas borboletas sobrevoavam! Muitas!

Grupinhos de borboletas laranjas e outras brancas.

Me lembrei do meu pai e de uma conversa que a gente teve quando fui para Buenos Aires, onde ele lembrava com saudades a quantidade de borboletas que ele via quando era criança... e ainda falava empolgado, com os olhos brilhando assim: Nossa! Eram muitas! A gente saía a se divertir caçando borboletas! (achei lindo mas pensei... enfim, consciência ecológica não imperava por esses dias... rsrs).

Também me lembrei do ditado: "cuide do seu jardim e as borboletas virão até você".

E observando para este fato incomum, senti que este foi o sinal do Mestre de me alentar, de me falar que está tudo bem, que eu estou SIM cuidando do meu jardim e que assim devo continuar, sem pressa e sem pausa como bem fala minha mãe.

Pensei no quanto abençoada sou por estar viva e ter essa paisagem maravilhosa na minha frente todo dia. E em quanto sou grata por poder ter esse presente maravilhoso de Deus, as borboletas do meu jardim: minha família, meus amigos, meus amores e todos os seres e acontecimentos maravilhosos que têm sucedido ao longo da minha vida e que têm contribuído para ser quem eu sou.

Continuemos cuidando da nossa vida, dia após dia, sem pensar em resultados, sabendo que só nos cabe fazer bem nossa parte com amor e pureza no coração... O resto... Deus enviará no momento certo, assim como hoje me presenteou com as preciosas borboletas.

Silvana Partucci
silpartucci@terra.com.br

Temperar a vida com a vida - mesmo que dos outros.

Ócio.

É uma grande pretensão a minha imaginar que tenho algo para falar quando viajo nos blogs alheios e me deparo com grandes histórias de vida. Como esta ferramenta é bem utilizada. Como se aprende com a vida alheia.

Eu aprendo muito com os blogs de ilustres desconhecidos para mim, mas grandes celebridades em seu meio.

Hoje mesmo encontrei blogs recheados de conteúdos enigmáticos sobre a vida na China e a grande diferença cultural, praticamente um abismo sócio-cultural entre nós. Nem pior ou melhor - apenas diferente.


Encontrei também um blog sobre adolescentes falando sobre a dor do amor, meu Deus, como é amado e insuperavelmente impossível viver sem o amor vivido na adolescência - sinceramente: não sei como estou viva!


Outro grande achado foi como pescar, as diferenças de iscas, as dificuldades das cheias dos rios e os perigos exatamente quando estão raso. Pesca esportiva, mas eu penso que o peixe fica muito traumatizado.


Estive, também em um blog de um fotografo de Porto Alegre http://photogutemberg.blogspot.com/2008/03/livro-vida-palafita-grupo-35mm.html e achei bastante interessante, completo e com muitos links que complementam o conteúdo. Foi o primeiro blog sobre este assunto que entro. Muito interessante! Não sei avaliar o conteúdo, mas passei para quem sabe.


Bom tô aqui ... no ócio, tentando ter foco, mas temperando a vida com palavras fora do trabalho.
Já tô voltando.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

O gato.

Não era exatamente assim?!
Divido o apartamento com uma amiga.
Minha amiga tem um gato.

Nunca estou só.
Só não sei se isto é bom.
Temperar a vida com o gato errado.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

On/Off

Tu não viestes comigo, mas o lugar é pra ti.
Ainda há mais lugar pra ti.
Esta tudo mais organizado dentro da desordem pra ti.
Tu ficas ai, parado, como se fosse irreal.
Existe, não é perfeito.
Existe e é perfeito pra mim.
Imperfeitamente humano.

Eu tinha tanto pra falar.
Eu tenho tanto pra te dizer.
E teimo.
Calo e creio que queres que eu diga.
Nem eu mais sei o que tu queres.
Como vou saber de ti se não sabemos de nós?
E sei tão pouco de mim.

As respostas não estão fora.
As perguntas estão dentro.
E as respostas?
Onde estão todos?
Eu não sei, mas o gato insiste em ir pra minha cama.
Outro gato.
O gato bicho.

Temperar a vida com saudade: on line e off line.