Vem vento.
Traz minhas asas.
Leva minha tristeza.
Me devolvi o eu pra mim - temperada.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Água. Quero água.
Rápida e intensa.
Vida intensa.
Morte rápida.
Quero a água fria que ferve e não a que ferve e esfria.
Temperar a vida com fervura.
Vida intensa.
Morte rápida.
Quero a água fria que ferve e não a que ferve e esfria.
Temperar a vida com fervura.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Que trouxe pra mim ...
Ele tá bem confuso.
Acha que é coincidência, mas crê que coincidências não existem.
Crê em muitas coisas, mas sua crença é breve.
Ama intensamente, mas não pra sempre.
Alguém pode me dizer, ou melhor, explicar, o que significa o pra sempre?
Ele sempre me disse que o pra sempre é o exato minuto que dura uma eternidade. É a lembrança absoluta de um momento relativo. É estar no momento certo ou errado, com a mulher mais importante e inesquecível pra o momento. Fazer cada momento eterno.
Ele sempre me disse isto!
Eu já fui esta mulher.
Ele já foi este homem.
E agora José? José de Carlos Drummond de Andrade:
O fim e o começo do recomeço - pra ele, sempre, tudo misturado!
Primeira citação, primeira declaração.
Anuncio de dúvidas e contradições.
Temperar com: Tudo de novo!
Acha que é coincidência, mas crê que coincidências não existem.
Crê em muitas coisas, mas sua crença é breve.
Ama intensamente, mas não pra sempre.
Alguém pode me dizer, ou melhor, explicar, o que significa o pra sempre?
Ele sempre me disse que o pra sempre é o exato minuto que dura uma eternidade. É a lembrança absoluta de um momento relativo. É estar no momento certo ou errado, com a mulher mais importante e inesquecível pra o momento. Fazer cada momento eterno.
Ele sempre me disse isto!
Eu já fui esta mulher.
Ele já foi este homem.
E agora José? José de Carlos Drummond de Andrade:
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José ?
e agora, você ?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama protesta,
e agora, José ?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José ?
E agora, José ?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio - e agora ?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora ?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José !
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José !
José, pra onde ?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José ?
e agora, você ?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama protesta,
e agora, José ?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José ?
E agora, José ?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio - e agora ?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora ?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José !
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José !
José, pra onde ?
O fim e o começo do recomeço - pra ele, sempre, tudo misturado!
Primeira citação, primeira declaração.
Anuncio de dúvidas e contradições.
Temperar com: Tudo de novo!
segunda-feira, 29 de junho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
laranjas - como um suborno
Certo! Tá mais que certo e eu sei exatamente onde esta estrada vai acabar. Quando ele começa a fazer concessões, olha com aquele olho e o mar bate forte nas pedras, o sol esquenta, a pele arrepia, a barriga se encolhe - a onda respinga, suave no rosto.
O olho se olha.
A pele se toca.
Eu sei exatamente onde isto tudo vai acabar.
Sei onde isto vai acabar, mas não me pergunte como. E o como é muito mais importante que o onde. Onde estou eu sei, mas quem sou é bem mais complexo. Onde é físico, como é psíquico, psicótico, neurótico, alucinante, extremo e devassador.
Temperar a vida sem como, onde ou pq, mas com aquele olho me olhando.
O olho se olha.
A pele se toca.
Eu sei exatamente onde isto tudo vai acabar.
Sei onde isto vai acabar, mas não me pergunte como. E o como é muito mais importante que o onde. Onde estou eu sei, mas quem sou é bem mais complexo. Onde é físico, como é psíquico, psicótico, neurótico, alucinante, extremo e devassador.
Temperar a vida sem como, onde ou pq, mas com aquele olho me olhando.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Falta de Mim.
Mais de um mês sem bloggear.
Fez e muita falta e por mais que eu tente ser contida em mim, tenho a absoluta certeza que a constante mudança diária é providencia para meu crescimento unico e básico.
Nada melhor que pegar este teclado e, de forma enlouquecida, escrever pensamentos voadores. Voar com eles, para bem longe, seria ideal - desde que eu pudesse voltar na hora que eu desejasse. Esta segurança me faz bem e nem Freud explica! Fazer o que?
Contanto um pouco de tudo e quase nada, so para me preservar de mim em mim, estou discutindo um tema para publicar após mais de um mês e tentarei colocar em ordem cronológica:
14 estrela do mar
15 luz do luar
16 hoje acaba só amanhã
17 fui ...
18 dançar
19 luar sem estrelas
20 aha - foi mesmo!
21 24 anos
22 ausente
23 ciente
24 doente
25 presente
26 tudibom.com.br
27 organização
28 intensivo
29 aquecimento
30 aniversário
31 doação
01 aaaaaaaaaaaa não!?
02 aaaaaaaaaaaa não!? parte 2
03 te conforma
04 ele não vai embora
05 oba!
06 kd?
07 oferta
08 desconto
09 peito aberto
10 eu tô usando ...
11 triiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii bom!
12 life
13 life
14 love
15 life cat
16 cat feroz
...
Fez e muita falta e por mais que eu tente ser contida em mim, tenho a absoluta certeza que a constante mudança diária é providencia para meu crescimento unico e básico.
Nada melhor que pegar este teclado e, de forma enlouquecida, escrever pensamentos voadores. Voar com eles, para bem longe, seria ideal - desde que eu pudesse voltar na hora que eu desejasse. Esta segurança me faz bem e nem Freud explica! Fazer o que?
Contanto um pouco de tudo e quase nada, so para me preservar de mim em mim, estou discutindo um tema para publicar após mais de um mês e tentarei colocar em ordem cronológica:
14 estrela do mar
15 luz do luar
16 hoje acaba só amanhã
17 fui ...
18 dançar
19 luar sem estrelas
20 aha - foi mesmo!
21 24 anos
22 ausente
23 ciente
24 doente
25 presente
26 tudibom.com.br
27 organização
28 intensivo
29 aquecimento
30 aniversário
31 doação
01 aaaaaaaaaaaa não!?
02 aaaaaaaaaaaa não!? parte 2
03 te conforma
04 ele não vai embora
05 oba!
06 kd?
07 oferta
08 desconto
09 peito aberto
10 eu tô usando ...
11 triiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii bom!
12 life
13 life
14 love
15 life cat
16 cat feroz
...
sábado, 30 de maio de 2009
30 de maio
Ele sabe que dia é este.
Ele tem figurinha repitida.
Ele não temperou a vida!
Capítulo final.
Never More!
Ele tem figurinha repitida.
Ele não temperou a vida!
Capítulo final.
Never More!
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Dia de Preto Velho.
É bem claro, dentro da escuridão da noite, a espera constante com eventos inóspitos e singelos para qualquer outro ser humano.
Ser humano é dar oportunidades, ter medo e nem sempre os enfrenta-los.
Hoje é um dia especial: é dia 13 - dia de Santo António, é dia 13 de maio - dia de Nossa Senhora de Fátima e é dia de Preto Velho - dia da abolição da escravatura.
Sou escrava dos meus desejos, mas poderia muito bem ser a escrava dos teus. Os meus e os teus estão próximos, estão contidos e sou contadora de nossos casos inconstantes.
Sem absoluto sentido estou na nuvem mais alta do mar mais profundo. Estou escondida em mim, enquanto procuro por ti. Onde te escondes?
Não sei dizer se isto é bom ou é ruim, se é mau ou é bom se me faz bem ou me faz mal, mas faz algum sentido sentir tanto tua falta assim como abstrair a tua presença? Faz algum sentido, mesmo que pequeno, tantos personagens em uma só história sendo que apenas um, dois ou no máximo três fossam sentido? Fossam a diferença?
Realmente não sei!
Esperando ANSIOSAMENTE pelas as cenas dos próximos capítulos.
Temperar a vida com muitas crenças e muitas paixões.
Aguardando apenas pela tua.
Ser humano é dar oportunidades, ter medo e nem sempre os enfrenta-los.
Hoje é um dia especial: é dia 13 - dia de Santo António, é dia 13 de maio - dia de Nossa Senhora de Fátima e é dia de Preto Velho - dia da abolição da escravatura.
Sou escrava dos meus desejos, mas poderia muito bem ser a escrava dos teus. Os meus e os teus estão próximos, estão contidos e sou contadora de nossos casos inconstantes.
Sem absoluto sentido estou na nuvem mais alta do mar mais profundo. Estou escondida em mim, enquanto procuro por ti. Onde te escondes?
Não sei dizer se isto é bom ou é ruim, se é mau ou é bom se me faz bem ou me faz mal, mas faz algum sentido sentir tanto tua falta assim como abstrair a tua presença? Faz algum sentido, mesmo que pequeno, tantos personagens em uma só história sendo que apenas um, dois ou no máximo três fossam sentido? Fossam a diferença?
Realmente não sei!
Esperando ANSIOSAMENTE pelas as cenas dos próximos capítulos.
Temperar a vida com muitas crenças e muitas paixões.
Aguardando apenas pela tua.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Sem grandes diferenças BÁSICAS!
Ela estava a fim de contar uma longa história, mas não sabia muito bem por onde começar. Na verdade já começou a contar e recontar várias vezes, mas não seguiu para nenhum fim.
Até porque ela não quer qualquer fim ela quer o melhor e quem sabe esgotando todas as possibilidades de contos ela termine.
Lição 0: a melhor história é a que não tem planejamento em sua construção.
Agora ela decidiu que fique como ficar ela vai publicar, pode ter até erros de português, conjugações e verbos. Ela não tá nem ai. A publicação é tão certa quanto a diversão foi garantida.
Lição 1: atitude é tudo - sim!!! É tudo.
Ela sacudiu todo o corpo e foi sacudida também.
Não quis saber de histórias e contos e livros e poemas e poesias.
Foi tudo perfeito dentro das imperfeições perfeitas da vida.
Quem não conseguir perceber a felicidade nas imperfeições, se quer se aceita. Como poderá aceitar os demais?
Lição 2: o corpo fala e as vezes sussurra.
Ela aceitou todas as suas diferenças.
Ela aproveitou toda as situação.
Ela relata, com riqueza de detalhes, toda sua curta experiência.
Ela contou diferentes histórias para quatro diferentes ouvintes.
Ela se abraçou no décimo nono.
Ela adorou este numeral.
Ela fez as contas e concluiu que de nada adiantava os cálculos numéricos das equações diferencias.
Não há lógica ou sentido.
Há só o momento.
Lição 3: a mente aceitou tudo, assim como o papel e a caneta.
Ótimo momento para rever conceitos e motivações.
Ótima entrega.
Ótimo recebimento.
Lição 4: pode ser bom.
Diferenças?
Nenhuma.
Lição 5: o que é perfeito?
Temperar a vida com quinze diferenças básicas e sem a mínima lógica.
Até porque ela não quer qualquer fim ela quer o melhor e quem sabe esgotando todas as possibilidades de contos ela termine.
Lição 0: a melhor história é a que não tem planejamento em sua construção.
Agora ela decidiu que fique como ficar ela vai publicar, pode ter até erros de português, conjugações e verbos. Ela não tá nem ai. A publicação é tão certa quanto a diversão foi garantida.
Lição 1: atitude é tudo - sim!!! É tudo.
Ela sacudiu todo o corpo e foi sacudida também.
Não quis saber de histórias e contos e livros e poemas e poesias.
Foi tudo perfeito dentro das imperfeições perfeitas da vida.
Quem não conseguir perceber a felicidade nas imperfeições, se quer se aceita. Como poderá aceitar os demais?
Lição 2: o corpo fala e as vezes sussurra.
Ela aceitou todas as suas diferenças.
Ela aproveitou toda as situação.
Ela relata, com riqueza de detalhes, toda sua curta experiência.
Ela contou diferentes histórias para quatro diferentes ouvintes.
Ela se abraçou no décimo nono.
Ela adorou este numeral.
Ela fez as contas e concluiu que de nada adiantava os cálculos numéricos das equações diferencias.
Não há lógica ou sentido.
Há só o momento.
Lição 3: a mente aceitou tudo, assim como o papel e a caneta.
Ótimo momento para rever conceitos e motivações.
Ótima entrega.
Ótimo recebimento.
Lição 4: pode ser bom.
Diferenças?
Nenhuma.
Lição 5: o que é perfeito?
Temperar a vida com quinze diferenças básicas e sem a mínima lógica.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
SALVE JORGE!!!
Eu andarei vestido e armado, com as armas de São Jorge. Para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem, nem pensamentos eles possam ter para me fazerem mal.
Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se quebrem sem ao meu corpo, amarrar.
São Jorge, cavaleiro corajoso, intrépido e vencedor; abre os meus caminhos. ajuda-me a conseguir um bom emprego; faze com que eu seja bem quisto por todos: superiores, colegas e subordinados. que a paz, o amor e a harmonia estejam sempre presentes no meu coração , no meu lar e no meu serviço; vela por mim e pelos meus , protegendo-nos sempre , abrindo e iluminando os nossos caminhos , ajudando-nos também a transmitirmos paz, amor e harmonia a todos que nos cercam. Amém.
Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se quebrem sem ao meu corpo, amarrar.
São Jorge, cavaleiro corajoso, intrépido e vencedor; abre os meus caminhos. ajuda-me a conseguir um bom emprego; faze com que eu seja bem quisto por todos: superiores, colegas e subordinados. que a paz, o amor e a harmonia estejam sempre presentes no meu coração , no meu lar e no meu serviço; vela por mim e pelos meus , protegendo-nos sempre , abrindo e iluminando os nossos caminhos , ajudando-nos também a transmitirmos paz, amor e harmonia a todos que nos cercam. Amém.
Eu não me entendo! Alguém?
Este é teu mundo inperfeito e imcompleto.
Cheio de erros de condutas e de histórias mau contadas.
Está com personagens destoantes e com pares errônios.
Este é teu azar: dizer o que não deve e te calar quando deve falar.
Expressar o que sentis não é tão fácil.
Quem não usa máscaras que lance a primeira pedra sobre ti.
Quem não usa te ensina?
Fazendo acontecer a batida perfeita!
Temperando a vida com SALVE JORGE!!!
Cheio de erros de condutas e de histórias mau contadas.
Está com personagens destoantes e com pares errônios.
Este é teu azar: dizer o que não deve e te calar quando deve falar.
Expressar o que sentis não é tão fácil.
Quem não usa máscaras que lance a primeira pedra sobre ti.
Quem não usa te ensina?
Fazendo acontecer a batida perfeita!
Temperando a vida com SALVE JORGE!!!
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Singularidade Plural
Engoli o plural, não quero conjugar verbo.
Quero ter a singularidade de um dia de sol.
Quero temperar.
Isto me basta!
Quero ter a singularidade de um dia de sol.
Quero temperar.
Isto me basta!
domingo, 19 de abril de 2009
O vento
Eu me inspirei no vento. No dia ventoso de um outono nem tão frio onde adequado seria o vento da primavera, mas "é o que a casa oferece".
Certo dia eu estava caminhando por uma rua estreita de um país longe e me deparei com pessoas loiras, olhos claro e altas. Nada de mais ou de menos, apenas iguais: todas as mulheres eram loiras, cabelos lisos, corpo esguio, peito grande e desproporcional a bunda. Elas me chamaram a atenção por sua igualdade e um homem no meio deste convívio pacífico se salientava.
Era o diferente entre os iguais e meus cabelos crespos e corpo arredondado e baixa estatura. Era ele que falava para a multidão e era ele que roubava a cena em relação aos nórticos sarados, malhados e travados.
Ele falou do vento, da vida e das escolhas.
Ele verbalizou sentimentos cada vez mais difíceis de descrever, como o amor sentido, o choro contido da esperança nossa de cada dia, das perdas e pelo o que é realmente válido lutar.
Ele me disse, ele falou para a multidão:"os ventos que as vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que nos trazem algo que aprendemos a amar. Por isto não devemos chorar pelo o que nos foi tirado e sim, aprender a amaro que nos foi dado. Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre."
E ele andou, circulou e voou.
Temperei a minha vida com um novo sentimento: a paz, que invadiu o meu coração.
Certo dia eu estava caminhando por uma rua estreita de um país longe e me deparei com pessoas loiras, olhos claro e altas. Nada de mais ou de menos, apenas iguais: todas as mulheres eram loiras, cabelos lisos, corpo esguio, peito grande e desproporcional a bunda. Elas me chamaram a atenção por sua igualdade e um homem no meio deste convívio pacífico se salientava.
Era o diferente entre os iguais e meus cabelos crespos e corpo arredondado e baixa estatura. Era ele que falava para a multidão e era ele que roubava a cena em relação aos nórticos sarados, malhados e travados.
Ele falou do vento, da vida e das escolhas.
Ele verbalizou sentimentos cada vez mais difíceis de descrever, como o amor sentido, o choro contido da esperança nossa de cada dia, das perdas e pelo o que é realmente válido lutar.
Ele me disse, ele falou para a multidão:"os ventos que as vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que nos trazem algo que aprendemos a amar. Por isto não devemos chorar pelo o que nos foi tirado e sim, aprender a amaro que nos foi dado. Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre."
E ele andou, circulou e voou.
Temperei a minha vida com um novo sentimento: a paz, que invadiu o meu coração.
sábado, 18 de abril de 2009
Só falo com a presença da minha advogada!
A constante queda pode ser vista por muitos como algo negativo, simplório e constrangedor. Eu vejo a queda livre como a oportunidade de voar, sonhar, desejar, conter e estar contida em uma nova história a cada voo livre.
Muitos caminham por ruas tortuosas, cheias de curvas e emoção.
O meu caminhar é o voo infinito da queda constante, do frio na barriga, do olhar pra cima e pra baixo e não ver o chão.
Eu prefiro a inconstância da constante queda.
A alegria da constante busca.
A incalculável felicidade do encontro.
E o imensurável aprendizado do trajeto.
Eu prefiro ser livre.
Eu prefiro cair, que a solidez dos passos falsos.
Eu sei que vou.
Não sei para onde.
Não sei com quem.
O leque esta se abrindo e as oportunidades surgindo.
Vem comigo, na "queda" te explico.
Ou faz assim: "cala a boca e me beija"
Temperando a vida com a busca pela batida perfeita - e ele vem!
Muitos caminham por ruas tortuosas, cheias de curvas e emoção.
O meu caminhar é o voo infinito da queda constante, do frio na barriga, do olhar pra cima e pra baixo e não ver o chão.
Eu prefiro a inconstância da constante queda.
A alegria da constante busca.
A incalculável felicidade do encontro.
E o imensurável aprendizado do trajeto.
Eu prefiro ser livre.
Eu prefiro cair, que a solidez dos passos falsos.
Eu sei que vou.
Não sei para onde.
Não sei com quem.
O leque esta se abrindo e as oportunidades surgindo.
Vem comigo, na "queda" te explico.
Ou faz assim: "cala a boca e me beija"
Temperando a vida com a busca pela batida perfeita - e ele vem!
sexta-feira, 17 de abril de 2009
27de janeiro: EU FUI.
Faz muito tempo que não escrevo aqui. E isto se dá pelo complexo fato de não querer expor, pensar ou falar dos mais puros, claros e importantes sentimentos da minha vida.
Fui.
Aconteci.
Mesmo assim não aconteceu.
Tantos outros fatos aconteceram.
Tantas outras decisões deram certo.
Tantas alegrias.
E apenas uma decepção, mas das grandes.
Eu agendei a data e fui na casa dele.
Assim. Fui.
Liguei e fui.
Cara, coragem, cara de pau, emoção, alegria, euforia, amigos, companheiros, dois carros e uma enorme comitiva.
Fui.
Fui duas vezes.
Só na segunda entrei.
Entrei e falei: 24 horas, a eternidade do tempo lento, falando de mim, do nós, da importância, do amor, da falta, da solidão, da falta, da falta, do meu querer, do nós, do eu, de mim, de nós, do sentimento, do amor, das conversas, de tudo, de nós, de mim, do eu.
Foram as palavras mais lindas que eu já falei.
É o sentimento mais lindo que eu já senti.
É o homem mais improvável, dentro das minhas probabilidades e estatísticas.
Foi.
Foi a maior história.
Foi a melhor história.
Foi o amigo mais importante.
Foi a luz mais brilhante.
Foi o amante inconstante.
É.
Sai de mim com eu carregando o mim.
Assim fui embora.
Mim arrastando eu.
Eu destruída em mim.
Mim reconstruindo o eu.
Eu não contida em mim.
Sai.
Fui.
E pronto.
Ainda não pronta para outras histórias, reconstruo o eu.
Arquiteto o mim.
Revejo imagens de nós, construídas apenas pelo eu que acabou em mim.
Fui. Até a beira do penhasco e me joguei.
Queda livre.
Queda constante e apaixonante.
Nunca a paisagem esteve tão bela.
Tão verde!
Tão azul!
E toda a história muda.
E todo o foco muda.
E o fim se reescreve.
E os personagens se alteram.
E a queda é a certeza do frio na barriga, dos olhos brilhando e a história se alterando.
Graças da Deus.
Amem.
Temperando a queda.
Temperando a vida.
Fui.
Aconteci.
Mesmo assim não aconteceu.
Tantos outros fatos aconteceram.
Tantas outras decisões deram certo.
Tantas alegrias.
E apenas uma decepção, mas das grandes.
Eu agendei a data e fui na casa dele.
Assim. Fui.
Liguei e fui.
Cara, coragem, cara de pau, emoção, alegria, euforia, amigos, companheiros, dois carros e uma enorme comitiva.
Fui.
Fui duas vezes.
Só na segunda entrei.
Entrei e falei: 24 horas, a eternidade do tempo lento, falando de mim, do nós, da importância, do amor, da falta, da solidão, da falta, da falta, do meu querer, do nós, do eu, de mim, de nós, do sentimento, do amor, das conversas, de tudo, de nós, de mim, do eu.
Foram as palavras mais lindas que eu já falei.
É o sentimento mais lindo que eu já senti.
É o homem mais improvável, dentro das minhas probabilidades e estatísticas.
Foi.
Foi a maior história.
Foi a melhor história.
Foi o amigo mais importante.
Foi a luz mais brilhante.
Foi o amante inconstante.
É.
Sai de mim com eu carregando o mim.
Assim fui embora.
Mim arrastando eu.
Eu destruída em mim.
Mim reconstruindo o eu.
Eu não contida em mim.
Sai.
Fui.
E pronto.
Ainda não pronta para outras histórias, reconstruo o eu.
Arquiteto o mim.
Revejo imagens de nós, construídas apenas pelo eu que acabou em mim.
Fui. Até a beira do penhasco e me joguei.
Queda livre.
Queda constante e apaixonante.
Nunca a paisagem esteve tão bela.
Tão verde!
Tão azul!
E toda a história muda.
E todo o foco muda.
E o fim se reescreve.
E os personagens se alteram.
E a queda é a certeza do frio na barriga, dos olhos brilhando e a história se alterando.
Graças da Deus.
Amem.
Temperando a queda.
Temperando a vida.
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