sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
ORAÇÃO DE FIM DE ANO
Teu é o hoje e o amanhã,
O passado e o futuro.
Ao acabar mais um ano,
Quero te dizer obrigado por tudo aquilo
Que recebi de ti.
Obrigado pela vida e pelo amor,
Pelas flores, pelo ar e pelo sol,
Pela alegria e pela dor,
Pelo que foi possível e pelo o que não foi.
Ofereço-te tudo o que fiz neste ano,
O trabalho que pude realizar,
As coisas que passaram pelas minhas mãos
E o que com elas pude construir.
Apresento-te as pessoas
Que ao longo destes meses amei,
As amizades novas e os antigos amores.
Os que estão perto de mim
E aqueles que pude ajudar,
Os com quem compartilhei a vida,
O trabalho, a dor e a alegria.
Mas também Senhor,
Hoje eu quero te pedir perdão.
Perdão pelo tempo perdido,
Pelo dinheiro mal gasto,
Pela palavra inútil
E o amor desperdiçado.
Perdão pelas obras vazias
E pelo trabalho mal feito,
Perdão por viver sem entusiasmo.
Também pela oração que aos poucos fui adiando
E que agora venho apresentar-Te
Por todos os meus olvidos,
Descuidos e silêncios
Novamente Te peço perdão.
Nos próximos dias começaremos um ano novo.
Paro a minha vida diante do novo calendário
Que ainda não se iniciou e
Te apresento estes dias que
Somente Tu sabes se chegarei a vivê-los.
Hoje Te peço por mim, meus parentes e amigos,
A paz e a alegria
A fortaleza e a prudência,
A lucidez e a sabedoria.
Quero viver cada dia com otimismo e bondade,
Levando a toda parte um coração
Cheio de compreensão e paz.
Fecha meus ouvidos a toda falsidade
E meus lábios às palavras mentirosas,
Egoístas ou que magoem.
Abre sim, o meu ser a tudo o que é bom.
Que o meu espírito seja repleto de bênçãos
Para que eu as derrame por onde passar.
Senhor, a meus amigos e amigas que estão lendo esta
Mensagem,
Enche-os de sabedoria, paz e amor
E que nossa amizade dure para sempre
Em nossos corações.
Enche-me também de bondade e alegria,
Para que todas as pessoas que eu encontrar
No meu caminho, possam descobrir em mim
Um pouquinho de Ti.
Dá-nos um ano feliz e
Ensina-nos a repartir a felicidade.
Que assim seja.
Assim é.
Assim será.
Fonte: de um amigo
domingo, 9 de dezembro de 2012
A mão na minha cintura. A minha boca na tua.
Não acreditou na grandiosa declaração de amor que recebeu. Não havia preparação para este momento.
O monomotor rasgava o céu em pleno anoitecer, mas o que amanhecia era uma alternativa, outra possibilidade, um amor verdadeiro, sem pressa de chegar e muito menos de sair.
É a roda da fortuna, é a perda da liberdade, a outra possibilidade e o mar. O mar de fãs fanáticos em fila desde cedo.
E ele caído no chão no campo de gols. Ela não retirou uma palavra, não roubou nada, senão um beijos fingindo fazer respiração boca a boca.
Temperar a vida com festa no imortal e nenhum barulho no bairro. Isto sim nao tem preco.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Pipa
Balançando como em uma gangorra, a estrela ria! Ela chegou bem perto e a estrela, que aproveitou a diversão, falou pra ela o que estava escrito nela.
Ela disse: meu amor, nosso amor esta escrito nas estrelas - tava sim! Meu amor, nosso amor de cartas claras sobre a mesa - tava sim!
E ela ficou em pé na pipa ... E leu o seu destino sobre o encontro com o par e a família. Sucesso, progresso e amor, por sinal, o amor é o tempero principal.
sábado, 1 de dezembro de 2012
MONUMENTAL é amor de mãe.
Respirei, no retorno a pista estava cheia, milhares de pessoas no meu bairro e eu não entendia qual o motivo da confusão frenética. Liguei para aquele que parecia-me mais informado, e ele me disse que um grande e monumental prédio seria desativado. Desocupado e não mais usado. A comoção era geral, todos vestiram-se de céu e a chuva nem foi sentida. O céu estava azul. Vesti-me de azul também, falei baixinho, é pra ti tá pai.
Ele sabe que prefiro o inferno desde que gritou comigo em uma partida de futebol em um domingo de 1982, onde o céu não ficou mais azul, como eu previa e me retorci, desde esta data. Personalidade forte a dela, que é a única gaúcha bi-campeã-mundial!
Confusões a parte, fomos ao cemitério, nos Correios, buscar uma carta do Ministério Público. Mais um processo de uso capião que fizeram o bem sabe lá deus pra quem. E eu pagando aluguel ao lado do monumental desativado. Prefiro assim.
E com a tal carta do processo, inicial, citação a citada me falou de amor. Ela me disse que não entende como é possível amar tanto, que não amou a mãe ou o marido tanto quanto me ama. Que não entendia como era possível, diferente, especial e tão forte. Disse pra mim, corajosamente, quem não tem filho nunca saberá o que é o maior amor possível de ser sentido. Achei lindo, amei ser amada assim. Como se eu não soubesse? Tolinha.
Temperei meu dia com uma pitada de amor e a certeza que perdi a mão para escrever. Ela retorna, mas o monumental não.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
"Somos anjos de uma só asa e só abraçados podemos voar"
quarta-feira, 18 de abril de 2012
O tempo muda
Hoje, ao amanhecer, a cidade se cobriu de névoa, nem sabia onde estava. Ainda dormia em pé. Não via um palmo na minha frente e mantinha os olhos fechados.
Não sei quem me guiava.
Imaginei, então, outra cidade e outro lugar.
Sem pedras. E por falar em pedra?!
A PEDRA
O distraído nela tropeçou.
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já David, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura.
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem.
Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.
Antônio Pereira
Temperar a vida.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Idealiza bom sucesso
Ele percebeu meu olhar caído, os lugares que eu nunca fui, as pessoas que eu não reencontrei, os caminhos que não segui. Os filhos que não quis ter.
Sua posição foi tão nobre, pois apenas me disse: pode deixar que vou na frente deste ponto adiante.
Temperei a vida com a pausa que eu merecia.
Sempre serei loira para homenagear sua beleza, alegria e futilidade que eu amava.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Onde tiver Sol, é pra lá que eu vou
Com a mãe pela mão, não conseguiu voltar para casa. Somente passavam os oficiais e cães que podiam ajudar. Ficou desagregado por 4 horas e somente na madrugada voltou para o seu quarto onde dormiu no quarto com a mãe. Pela manha o cenário era outro, foi o sol que o acordou. E este sol não entrava em sua janela na manha anterior. Percebeu que os três prédios era guarda sois de sua sacada.
A poesia foi o sol nascendo em sua janela, enquanto busca e socorro encontravam vitimas da irresponsabilidade do bem viver. Descobrimos, da pior maneira, qur a falta de engenheiros, assim como de médicos, também mata. Cruel!
Outro momento poético é sempre saber que em uma despedida todos ligam para seus amores e falam o quanto amam e junca para os inimigos para dizer o quanto odeia. Esta é a prova que o que importa é o amor!
Temperando a vida com despedidas amorosas sobre a certeza da impunidade sob a irresponsabilidade.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Na praia de Cidreira, com os pés na água, embora a felicidade da familia, eles entraram com consenso que praia boa mesmo é do litoral norte.
E nas próximas ferias foram para Torres e nas próximas para Garopaba e nas próximas para Jurere e nas próximas Rio de Janeiro e nas próximas Nordeste e nas próximas Fernando de Noronha e nas próximas Cancun e nas próximas Miami e nas próximas Bali e quando chegaram em Ibiza perceberam que: os lugares podem mudar, mas eles são os mesmos.
Mudaram de casa, de manequim, de partido político, de categoria no Imposto de Renda, de cargo, de carro, de estado civil, de estado civil novamente, de números de filhos, de idade e continuaram infelizes. Olhando como a grama do vizinho era linda, o marido da vizinha musculoso, a e vizinha bem sucedida.
João Pedro, naquela noite, ficou muito feliz com o dissídio de 6,7% retroativo a março e levou a mulher e a filha para jantar no shopping. Feliz, apos viagem de 30 minutos de linha T1 chegou em casa e dormiu apos um sexo bom.
Temperar a vida com a felicidade unica de cada dia. Ele nao volta e ser feliz nao depende do que se tem e sim como aproveitamos o que temos.
domingo, 22 de janeiro de 2012
Sem óculos eu não vejo
Chegou no bairro proximo aos Correios e percebeu que o tal documento estava na gaveta de seu luxuoso escritorio em uma multi nacional americana. Olhou no relogio e pensou: dará tempo! E lá foi ela.
Sem infringir qualquer lei, foi e voltou com o firme pensamento: dará tempo! No retorno pela mesma estrada ela concluiu drasticamente sobre a sua vida: pode até não dar tempo, mas eu sei que eu fiz tudo e tentei até o ultimo segundo!
E assim muitas perguntas foram respondidas e tudo ficou claro.
Temperar a vida com óculos, desde 2000 ele me faz ver melhor as coisas.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Um Leão por dia
Todos diziam que o leão, quando tivesse fome, comeria o bebê. Sem dar ouvidos, seguiu tranquilo e feliz a sua vida.
Certo dia, de primavera, ele chegou em casa e o leão o recebeu todo ensanguentado, sem pensar ou respirar atirou e matou o leão. Correu para o quarto do bebê e lá tinha muito mais sangue e um grande urso morto. O bebê, tranquilo, dormia em seu berço.
Com esta história eu percebi que:
ü Confiança é fundamental;
ü Injustiças existem;
ü Fazer algo diferente e novo é assustador aos olhos dos covardes;
ü Falar salva vidas, principalmente a sua;
ü Verdade é questão de índole;
ü As suas atitudes são importantes, tanto quanto falar sobre elas.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
CARTA DE IRENE
Eu me sinto extremamente discriminado, esperava que a sociedade não aceitasse piadas sobre "bichas", "negros", "gordos" entre outras diferenças, mas nos corredores da vida (Veja só ... mesmo nas "elites") não é esta a realidade.
Infelizmente muitos fazem piadas, tratam de forma diferenciada, exclusiva e o pior, próximo das autoridades, incluindo-as, registrando nas redes sociais, por e-mail. Esperava que as autoridades repreendem ou exigem respeito de todos e para todos.
Cansei e estou insatisfeito com esta situação, pensando em meu futuro nesta sociedade hipócrita. Tenho certeza que muitos se sentem assim, não falam, se calam, ofendem, deprimem, demitem-se e depois procuram seus direitos na justiça, mas eu não quero isto: desejo progresso e sucesso por mim, como sou.
Espero que a vida oriente as autoridades a serem intolerantes com a intolerância das pessoas preconceituosas e muitas vezes maldosas com as diferenças. Educar, orientar e reprender para que eu não tenha que passar diariamente por tudo que passo e muito menos desista de ser feliz aqui.
Irene
14/09/2011 – 11 horas, 45 minutos
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
AMOR OU AMIZADE? OS DOIS....
No finalzinho da entrevista que Pedro Bial deu à Marília Gabriela, quando foi questionado sobre relacionamentos, ele deu uma lição que serve para todo mundo: trate seu amor como você trata seu melhor amigo. Sei que isso parece falta de romantismo, mas é o conselho mais certeiro.
Não era você que estava a fim de uma relação serena e plenamente satisfatória? Taí o caminho. Vamos tentar elucidar como isso se dá na prática. Comecemos pelo exemplo que o próprio Bial deu: você foi convidado para o casamento de uma prima distante que mora onde Judas perdeu as botas, você tem que ir porque ela chamou você pra padrinho. Como é que os casais costumam combinar isso?
"Não tem como escapar, você vai comigo e pronto". Ou seja, um põe o outro no programa de índio e nem quer saber de conversa. É assim que você convidaria seu melhor amigo? Não. Você diria: "Putz, tenho uma roubada pela frente que você não imagina. Me dá uma força, vem comigo, ao menos a gente dá umas risadas...".
Ficou bem mais simpático, não ficou? Como esta, tem milhões de situações chatas que você pode aliviar, apenas moderando o tom das palavras.
Pro seu marido: "Você nunca repara em mim, não deu pra notar que cortei o cabelo? Será que sou invisível?" Mas pra sua melhor amiga: "Ai, pelo visto meu cabelo ficou medonho e você está me poupando, né? Pode dizer a verdade, eu agüento".
Pra sua mulher: "Você já se deu conta da podridão que está este sofá? Não dá pra ver que está na hora de trocar o tecido?" Mas pra sua melhor amiga: "Deixa a pizza por minha conta, eu pago, assim você economiza pra lavar o sofá. A não ser que este seja um novo estilo de decoração..."
Risos + risos+ risos.
Maneire. Trate seu amor como todas as pessoas que você adora e que não são seus parentes. Trate com o mesmo humor que você trata seu melhor amigo, sua melhor amiga. Até porque, caso você não tenha percebido, é exatamente isso que eles são.
"Grandes Realizações são possíveis quando se dá importância aos pequenos começos."
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Capítulo 7 cena 499 cube 196324 prédio 06 - BCC
Era Joana Ofélia, Dona Ofélia para os próximos, realizando um sonho: casar. Não bastava apenas casar, precisava de um noivo mais jovem que seus 58 anos, um vestido estilo princesa e branco, a festa, as flores, o padre, as velas, os convidados, o champanhe e os comes. Nenhum detalhe foi esquecido.
Luciano, com 36 anos, conheceu Ofélia em um baile muito bem frequentado por senhorinhas muito a fim de diversão e animação. Lá, os solitários, não ficam só e laços de amizade são eternos. E foi neste clima de irmandade, que Ofélia resolveu confraternizar sua cama, mesa e banho. Viúva-separada-desquitada-desamontoada por cinco vezes, chegou sua vez de sentir-se e fazer-se feliz.
Em um mês de namoro, a paixão deu lugar a um amor nunca antes sentido por nenhum outro companheiro. Após a cerimonia, a noiva feliz e o noivo apaixonado, se dirigiam para o Ibis próximo ao aeroporto, para na manhã seguinte embarcarem para Veneza. Mais um sonho realizado!
Os convidados, sabe-se, sempre falam da festa e principalmente do que não gostaram, mas desta vez foi diferente. O único comentário era a falta de João, seu filho. João, José e Gabriela foram gerados por ela. João, casado, é bastante próximo devido a sua enorme paciência.
Amor igual nunca sentiu, certeza absoluta do amor por Luciano, da felicidade, da paz e da tranquilidade! O resto é apenas o resto, pois foram felizes para sempre com temperados dias de sexo, companheirismo e compreensão.
